Esporte também é integração

 

Os deficientes físicos têm cada vez mais espaço entre os esportes, garantindo uma vida mais saudável e cheia de realizações pessoais

Uma deficiência, seja ela adquirida ou congênita, geralmente oferece certa dificuldade de adaptação e aceitação por parte da pessoa e da sociedade. O bom é que o esporte pode ser o aliado de ouro que faltava.

Já está mais que provado que esporte é essencial para todas as pessoas, de qualquer idade. O fato é que, com os deficientes, os benefícios tendem a ser maiores do que apenas físicos.

Em primeiro lugar a prática esportiva contribui diretamente na mobilidade de pessoas com deficiência, principalmente as que tem restringidos os movimentos das pernas, troncos e braços. Depois disso vem toda a questão da superação, aceitação, e realização pessoal.

A contribuição psicológica que o esporte pode dar acaba influenciando até mesmo no tratamento. Com a autoestima elevada e o sentimento de pertencer a um grupo fica mais fácil conviver com a deficiência. Sem contar que o hábito esportivo contribui com aumento da força, equilíbrio, agilidade e coordenação motora.

E o mais legal é que o esporte é democrático e a maioria das modalidades já conta com adaptações para atender aos diferentes tipos e graus de deficiência.

Como a ciência pode ajudar nos esportes?

De inúmeras maneiras, desde a identificação de futuros campeões olímpicos à preparação desses atletas para superar suas próprias limitações

Via de regra a paixão pelo esporte começa aos poucos, na infância ou adolescência, como uma diversão ou alternativa para controle de peso e gasto de energia.

Com o tempo alguns tomam gosto pela modalidade que praticam, começam a se interessar mais, pesquisar, sonhar com melhores marcas e logo nasce um atleta de alto rendimento em potencial.

A definição “alto rendimento” expressa justamente essa busca por melhor desempenho, marcas mais expressivas, alcance de recordes e superação pessoal. E o cenário hoje é que cada vez mais a alta performance ganha o apoio da Ciência do Esporte.

Essa área de conhecimento reúne profissionais de diversas especialidades, que vão de técnicos e treinadores a cardiologistas, fisioterapeutas e até psicólogos.

Até mesmo os equipamentos já são desenvolvidos visando melhorar sua atuação. Alguns exemplos são roupas que diminuem o atrito com a água ou o ar, tênis que calculam o impacto exercido em cada região do pé ou mesmo equipamentos que calculam velocidade, força, respiração e por aí vai.

Não é à toa que a cada ano vemos mais recordes sendo quebrados em competições esportivas, inclusive com atletas superando suas próprias marcas. Muito disso se deve a todo o estudo envolvido nos bastidores.

O atleta que quer chegar ao alto rendimento hoje precisa contar com o apoio desse grupo de profissionais. Eles vão contribuir para que o próprio atleta conheça melhor seu corpo e seus limites, para, assim, encontrar formas de superá-los dentro de sua capacidade.

Profissionais de Educação Física buscam cada vez mais formação

Pós-graduação, mestrado e até doutorado estão se tornando cursos essenciais para quem quer ter um diferencial no currículo e se manter atualizado com o mercado de trabalho

Se você é profissional de educação física e se formou nos últimos 7 anos, já deve estar fazendo ou pensando em fazer algum curso de especialização ou mestrado na área. Isso porque percebeu que a graduação, apenas, não tem atingido toda a demanda por esportes e saúde que a sociedade procura hoje em dia.

Cada vez mais o esporte vem se tornando rotineiro e indispensável na vida das pessoas, e o profissional de educação física não pode ser só aquele que conhece as regras dos esportes, os nomes dos músculos e dos aparelhos na academia. Ele precisa ir além.

Para ser completo, esse profissional precisa ter embasamento teórico, conhecer casos similares que deram certo ou não, estar atualizado com os estudos que são publicados ano a ano nas maiores universidades do mundo, acompanhar as tendências e conhecer seu público.

O regulamento da profissão veio tarde, apenas em 1998, quando muitos profissionais já lutavam por reconhecimento. Nesses últimos quase 20 anos muita coisa mudou. Grandes profissionais surgiram, alguns trazendo formação de países mais avançados nessa questão.

As escolas de especialização no Brasil se multiplicaram e, hoje, chegar a fazer um curso de doutorado passou a ser a meta de quando parte dos recém-graduados em Educação Física. Quem ganha são as pessoas, que contam com profissionais qualificados, capazes de dar suporte adequado e consciente.

A Sport Training é pioneira nesse quesito, proporcionando aos profissionais da área diversos cursos de formação, extensão e até mestrado (http://antoniocgomes.com/cursos.php) no exterior todos os anos. Conheça nossos cursos e escolha o melhor para sua carreira.

Tecnologia amiga dos esportistas

Ela está onde menos se espera e nos mínimos detalhes, proporcionando segurança, agilidade e desempenho para atletas profissionais e amadores

Quando pensamos em tecnologia logo nos vem a imagem de celulares e computadores super modernos, casas inteligentes e carros sofisticados. Mas a tecnologia nada mais é do que formas de melhorar e facilitar a vida das pessoas através das novas descobertas.

E uma dessas vertentes tem voltado sua atenção para os esportes, mais precisamente as roupas, calçados e acessórios usados por quem pratica atividades físicas diariamente. Os exemplos vão desde tecidos que auxiliam no processo de transpiração a tênis que calculam e se adaptam ao tipo de pisada do atleta.

Hoje em dia já é fácil encontrar no mercado camisetas com a tecnologia Dry. Ela acelera o processo de evaporação do suor e facilita o resfriamento do corpo, além de impedir que a roupa fique encharcada. Isso porque a malha do tecido transporta o excesso de transpiração para a parte externa da peça, onde a evaporação é mais rápida.

A mesma ideia do tecido que “respira” também aparece nos calçados, com tênis de corrida que permitem mais ventilação interna e ajuste perfeito ao tamanho e modelo do pé. A tecnologia BOOST, por exemplo, auxilia no amortecimento e ainda oferece um retorno de energia após a pisada. Tem até tecnologia da NASA, fabricantes de pneus e de carros aplicada.

E ainda existem os aplicativos e aparelhos eletrônicos capazes de calcular velocidade média, peso do impacto da pisada, perda de calorias, nível cardíaco e de respiração, força, entre outros índices. Com isso é mais fácil identificar um ponto fraco e trabalhar na otimização da prática esportiva.

O que devo saber sobre corrida de rua?

A pergunta vem num momento oportuno, quando mais e mais pessoas aderem à modalidade como um estilo de vida e opção para conquistar saúde e desempenho físico.

Primeiro que grande parte dos seus alunos vão optar, cedo ou tarde, pela modalidade. E segundo que, se eles não escolherem, você pode fazer a indicação, já que esse é um esporte completo e que traz inúmeros benefícios.

Muito se fala sobre o número de corredores amadores hoje no Brasil, no entanto não se tem um dado específico sobre o assunto. Fala-se em cerca de 5 milhões de pessoas correndo no país. Grande parte dessa conclusão foi tirada avaliando-se a popularidade e recorde de inscritos nas corridas de rua mais famosas, como a São Silvestre e as Maratonas Internacionais do Rio e de São Paulo.

Outro fator indicativo do aumento dos corredores amadores é a grande procura por academias e centros esportivos que investem na modalidade. A corrida de rua deixou de ter o aspecto apenas de competição e passou a agradar aqueles que querer perder peso, ganhar força muscular, resistência ou apenas relaxar e fazer amigos.

O comércio de artigos esportivos também tem aumentado, uma vez que existem, hoje, opções de calçados, roupas e aparelhos eletrônicos voltados exclusivamente para esse público. Segundo a Acad (Associação Brasileira das Academias), já são mais de 30 mil desses estabelecimentos no país, que juntos lucram cerca de R$ 2,5 bilhões.

A Sport Training, absorvendo essa demanda de mercado, trouxe para 2017 três edições do Curso de Corrida com o Professor Antonio Carlos Gomes. O Mestre em Treinamento Desportivo é responsável pela criação do método de treinamento DPAC (Diagnóstico, Planejamento, Aplicação e Controle), que ele utiliza durante os cursos.

O segundo curso acontece em Porto Alegre – RS, nos dias 13 e 14/05, e as inscrições podem ser feitas aqui http://antoniocgomes.com/curso-corrida.php. Outras duas edições acontecem em breve em Londrina-PR e Rio de Janeiro-RJ.

Correr na areia é bom ou ruim?

A resposta para essa pergunta pode depender muito considerando os objetivos do atleta, treino de força, resistência e risco de lesões

Uns dizem que a areia é um ótimo lugar para prescrever um treino de corrida. Outros já não concordam tanto assim. Pois bem, como várias outras questões da Educação Física é preciso analisar alguns pontos.

Se o aluno tem histórico de atividades físicas, bom condicionamento e resistência ele pode ser um bom candidato a se adaptar ao solo fofo da areia. Isso porque esse cenário exige muito mais propulsão por parte dos membros inferiores do que uma superfície regular e mais rígida, como a do asfalto.

Por outro lado, a areia oferece menos impacto sobre as articulações, principalmente dos tornozelos, joelhos e quadris. O perigo, nesse caso, está na possibilidade de lesões pela instabilidade. Torções e complicações nos pés são mais frequentes entre os corredores que utilizam esse solo.

Uma forma de driblar o problema é investir em treinos mais curtos e intervalados, sempre optando pelo calçado mais adequado. Também se deve evitar as orlas com mais inclinação pelos riscos de lesões ou dores na região da coluna.

Diferente do asfalto, a areia não é um ambiente que proporciona alta velocidade. Com o tempo o atleta pode apresentar uma perda no rendimento relacionado à velocidade, enquanto vai adquirir força, impulso e resistência.

Por isso a opinião e acompanhamento do profissional é sempre indispensável, levando em consideração as características do atleta, objetivo e preparação física.

Como treinar um aluno com lesões?

Pode não ser tão simples, afinal é preciso entender o contexto do membro lesionado, mas o trabalho certo rende bons resultados.

Já sabemos que as lesões não são, exclusivamente, ocasionadas por algum trauma ou acidente, seja dentro da academia ou fora dela. Lesões podem surgir por outros fatores menos “visíveis” e em pessoas que não têm consciência do problema.

Entre essas possíveis causas estão irregularidades no eixo dos membros (perna torta, por exemplo), angulação dos ossos do quadril, pisadas muito marcadas para o lado de dentro ou de fora do pé, entre outros. Ou seja, lesões aparecem, muitas vezes, por causa do esforço repetitivo, tanto na academia quanto no escritório.

Para pessoas com essa tendência, as academias podem ser um perigo caso seja encarada sem o acompanhamento ideal. Do contrário será super benéfica e poderá promover a reabilitação da lesão. Exercícios corretos e bem monitorados ainda garantem a prevenção contra novas lesões.

O primeiro passo é entender a lesão do seu aluno e sua limitação além de entender qual foi a causa do problema. Em alguns casos o trabalho terá que iniciar na sala de fisioterapia para, depois, passar para a musculação.

Comumente, a maior queixa de incômodos entre os frequentadores de academia é na região lombar e nos joelhos. A correção, muitas vezes, estará ligada à angulação dos membros inferiores na realização de exercícios, principalmente nas cadeiras cinéticas fechada ou aberta (leg-press ou cadeira extensora).

Águas aromatizadas como opção para o verão


A mistura faz a junção de duas coisas que precisamos consumir diariamente: água e fruta, garantindo uma fonte extra de vitaminas e nutrientes

Com esse calor ter sempre à mão uma garrafinha de água vai muito bem. Afinal, o corpo desidrata com mais facilidade por conta da transpiração e vai precisar repor esse líquido.

No entanto nem todo mundo bebe a quantidade de água necessária por dia o que, além de prejudicar a saúde, pode ter influência no peso. Como alternativa a isso, a moda é acrescentar pedaços de frutas e verduras à bebida para adicionar sabor e alguns nutrientes.

Frutas cítricas

Os mais utilizados são o limão, abacaxi, laranja, gengibre, pepino e hortelã. Mas existem receitas com berinjela, canela e camomila. E você ainda pode adaptar com a fruta ou verdura que mais gosta.

O ideal é acrescentar o ingrediente, geralmente fatiado ou em pedaços, a uma jarra de água antes de dormir. A mistura fica na geladeira durante um período grande de tempo até que os nutrientes e sabor sejam incorporados à água.

Na hora de consumir é importante retirar os pedaços e beber apenas o líquido. Uma dica é usar a fruta ou verdura natural, sem ser aqueles sachês que vêm em caixinhas. Também não é legal temperar sua água com açúcar, mesmo que o ingrediente seja mais azedinho como o limão, até porque o sabor será bem suave.

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Já experimentou o Kangoo Jump?

Talvez o nome seja estranho, mas ele vem de uma junção das palavras canguru e saltar, justamente o que o equipamento possibilita fazer

Basta uma volta pelo Lago Igapó no domingo à tarde para encontrar alguns praticantes dessa nova modalidade que mistura diversão com atividade física. O Kangoo Jump é um equipamento que se assemelha às botas de roller, mas, em vez de rodinhas, no solado têm uma mola grande que impulsiona a pessoa para cima, possibilitando que ela salte sem muito esforço.

O maior benefício é o baixo impacto nas articulação, uma vez que o Kangoo Jump absorve até 80% toda a sobrecarga que seria exercida nos tornozelos, joelhos e quadris. Boa opção para correr, por exemplo, pois os danos causados às articulações seriam bastante pequenos.

Além da diversão (deve ser bem gostoso usar um equipamento desses) algumas pessoas apostam nele para emagrecer e definir pernas e glúteo, tanto é que algumas academias já vêm incorporando o aparelhos às aulas aeróbicas.

O equipamento ainda auxilia na questão do equilíbrio, uma vez que não é tão fácil se acostumar com a altura (cerca de 10 centímetros) e o fato de ter contato com o chão apenas através de uma mola.

Um equipamento desses pode ter preços que variam entre R$ 400 e R$ 800, dependendo da marca e modelo. O custo é um pouco alto, talvez seja por isso que ainda não é comum ver muitas pessoas usando. No entanto quem utiliza garante que ele é um grande aliado na obtenção de uma boa forma física. E aí, ficou interessado?

O que é overtraining?

Você já pode ter passado por isso sem saber, uma vez que ele pode ser confundido com cansaço do dia-a-dia, mas vale ficar atento

Tudo bem que o sedentarismo e a falta da prática esportiva estão entre os maiores inimigos da boa saúde. Entretanto o excesso de exercícios ou a prática por muitas horas seguidas, sem descanso, também podem ser prejudiciais. Esses hábitos levam ao que os especialistas chamam de overtraining.

Você pode estar pensando que o overtraining, ou treino em excesso, está relacionado apenas àqueles atletas que buscam o alto rendimento, ou a fisioculturistas que fazem do corpo seu instrumento de trabalho. Pode ser, mas ele também está presente entre as pessoas comuns, e pior, que não têm acompanhamento profissional.

Primeiramente vale entender que overtraining não é só treinar pesado demais, mas sim não permitir que seu corpo recupere as energias que perdeu durante os exercícios. As causas mais comuns entre os amadores são a falta de uma boa noite de sono e a má alimentação. Com todas as energias que foram gastas o corpo vai precisar de descanso para se recompor.

O problema é que não são apenas os músculos que sofrem. Outras consequências do overtraining podem ser estresse alto e irritabilidade, insônia, fadiga crônica, arritmia, mesmo em repouso, e queda de imunidade, além das dores musculares.

No que diz respeito ao quadro fisiológico ainda pode haver elevação ou supressão de alguns hormônios, déficit de proteínas e alterações no metabolismo.

No entanto os sintomas podem variar e passar despercebidos para alguém que seja leigo. Por isso a importância de ter um acompanhamento, mesmo que seja do instrutor da academia. O profissional deve saber identificar um quadro de overtraining e o que fazer para reverte a situação.